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Sobre seguir, comentar, partilhar...


Ninguém é obrigado a gostar, comentar, partilhar ou divulgar o que quer que seja. Nunca gostei de forçar, digamos assim, de certa forma, as pessoas a gostarem, comentarem ou partilharem os meus blogs, tanto este Nutrição Global como o de criações manuais SM. Nunca coloquei quadros que obriguem as pessoas a dar likes nos meus posteres para que possam ler o texto por completo.

Não faço isso, por que realmente, detesto ser coagida a fazer algo que não quero apenas para ter acesso a um material na Internet. Ok. Muitos podem estar a pensar, mas se não for assim ninguém vai gostar das nossas coisas, nem divulgar, nem vamos ganhar dinheiro com isso. Estão certos, também, e talvez seja por isso que acreditem ou não, ainda não ganhei nada de especial com meus trabalho virtuais. E talvez até um dia eu passe a aderir as estratégias persuasivas das quais todos bem sabemos quais são.


Ora bem, recebi um email por estes dias de uma pessoa de um blog que deixei de seguir, pois deixei de acompanhá-lo, visto, também, que não recebia mais atualizações. Pois bem, essa pessoa mandou um email a dizer que isso não se faz, que ele sabia que eu tinha deixado de segui-lo e blá, blá, blá.


Gente, não somos livres para gostar e desgostar de algo? Temos que ter obrigação rígida e cega por todos os blogs, sites, páginas de rede sociais que seguimos? Não posso ter a liberdade de dizer, agora isso já não mais interessa-me?


Se toda gente fosse mandar email e questionar a todos que deixam de seguir os seus blogs, sites e redes sociais, acho que já não fariam outra coisa, pois a Internet, assim como a Vida é tão rotativa e dinâmica, as coisas mudam a todo instante, a todo segundo.


É loucura querer que todos gostem e aceitem aquilo que fazemos, assim como é loucura ficar a questionar a todos aqueles que em algum momento ou trajecto da sua história já não estão mais connosco, já não desejam mais estar a nos acompanhar naquilo que somos, fazemos e acreditamos.


Imaginem na nossa vida quantos amigos, pessoas vamos deixando pelo caminho, por um motivo ou por outro já não se encaixam mais em nossas vidas, e a própria vida trata de seleccionar, separar de nós aquilo ou aqueles que estão em outras vibrações, outras frequências.


O mesmo tempo de saída de uns é de chegada de outros e assim, sucessivamente.


Não significa que somos melhores ou piores do que ninguém, apenas acredito que existem momentos em que tocamos uma música que aproxima de nós algumas pessoa e outras não. E essa música pode não ser do agrado de todos e nem nunca será.


Isso não tem nada de certo ou errado, pois é apenas a música que estamos entoando e nem todos conseguem ouvir.


Imagem: Freepik


Namasté.


Beijinhos nutritivos