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Estudos sobre alimentos, muitas vezes, confundem o público

As pesquisas na área de nutrição estão, muitas vezes, sujeitas a falhas. E são várias as explicações para isso.Uma das dificuldades é isolar variáveis quando se trata de compreender a alimentação humana. 
O controlo que os pesquisadores têm sobre a alimentação de voluntários está longe se ser total, e as vezes eles dependem de relatos das pessoas sobre o que elas comem, informações que não são completamente precisas. Outros fatores não alimentares ainda influenciam nos resultados , como atividade física e também, questões emocionais.
Pesquisas confiáveis exigem acompanhamento de grupos grande de pessoas por período longo de tempo. E como nem sempre as pessoas e a media têm paciência quando o assunto é nutrição e perda de peso, respostas milagrosas e rápidas fazem sucesso e isso dá combustível a pesquisas com limitação metodológica ou estatísticas.
O marketing da industria do emagrecimento é mais rápido do que as conclusões dos estudos científicos.
Os efeitos da alimentação no corpo não têm uma resposta imediata como uma medicação para a dor, por isso, pesquisas sérias demandam tempo, métodos seguros, eficazes e paciência.
A solução para lidar com o mar de informações desencontradas sobre benefícios e malefícios dos alimentos é não ficar obcecado com isso, para que o ato de comer não se torne uma grande preocupação e um meio de estreasse. Pois, se uma pessoa come com preocupação e culpa, ela não irá comer e nem digerir bem aquilo que está a comer. Então, o melhor a fazer e relaxar e aproveitar da alimentação de forma tranquila e sem paranóias.
Fonte: Vila Magazine
Nem excesso e nem escassez, o melhor caminho ainda é o do meio, do equilíbrio e bom senso no ato de se alimentar.
Um bom fim de semana
Muito amor e muita luz

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